Você, professor, é, antes de tudo, um ser
humano e, como tal, um ser relacional com
necessidades, desejos, carências, qualidades
e limitações.
Como você sente sua vida agora? Você tem
paz? Você ama e se sente amado e valorizado?
Tem uma vida social e física saudáveis?
Ainda sonha e traça metas que lhe tragam
satisfação? Se você não pudesse dar mais
aulas, como seria sua vida?
Todos nós nos defrontamos com dificuldades
pela vida a fora. Como você vem lidando com
elas e encara a vida? A felicidade não cai
do céu. Você constrói e vai atrás de
momentos prazerosos ou fica à espera de algo
que aconteça?
Você se sente uma pessoa dinâmica, inspirada
ou desanimada? Você se irrita com
freqüência? Sente-se culpado ou inseguro? O
que vem causando isto?
Você tem orgulho de você mesmo? Gosta de
estar com outras pessoas, de conhecer gente
e lugares novos? Você tem amigos? Como você
está se relacionando com sua família, com
seu companheiro ou companheira? Estas
relações mais íntimas estão aumentando sua
auto-estima e lhe fazendo bem?
Quando bate a tristeza e o cansaço, o que
você faz? Você sai com amigos? Faz alguma
atividade física? Sai para dançar, ouvir
música, ver um show? Ou fica esperando a
segunda-feira para usar o trabalho ou faz
uso de outro recurso, como um meio de se
ocupar ou se alienar e fugir do problema?
Por outro lado, o que predomina em sua vida?
Coisas que você quer fazer ou
coisas que você tem de fazer?
A vida é uma eterna aprendizagem e
uma Escola com as portas sempre abertas para
quem deseja entrar.
Cuidar de você, a nível pessoal, é cuidar da
vida que abraça e das escolhas que faz. Este
é um componente extremamente importante de
seu currículo, mestre!
Sua profissão é muito importante, mas requer
vocação, autenticidade, crença e amor a si
mesmo.
Lembre-se de que:
“As
pessoas esquecerão o que você disse. As
pessoas esquecerão o que você fez. Mas elas
nunca esquecerão como você as fez sentir.”